Livre de programação o que não significa que seja livre de discussão. Não importa aonde cada integrante vá o assunto saúde / doença está sempre presente. No turno da manha diante do Cristo Redentor foi possível ver centenas de pessoas cuidando de sua saúde espiritual. No turno da tarde conversei com um cubano que falou de forma breve do Sistema de Saúde de seu País. Os banhistas na beira da praia de Ipanema cuidavam de seus corpos ao se exercitarem, cuidavam da rede social e da alegria que são componentes de uma “boa saúde”. Em síntese esse dia foi apenas a extensão da programação.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Oficina de Fotografia – 22/01/2011
Oficina INFOSaúde – 21/01/2011
Nessa Oficina foi trabalhada a coleta de dados secundários através dos sistemas de artigos disponíveis na internete. Após a Oficina iniciou-se uma roda de conversa com o grande grupo a respeito da diferença entre Educação Continuada e Educação Permanente. A primeira utiliza um conhecimento disciplinar (caixinhas fechadas) tendo passividade no aprendizado. A segunda utiliza um conhecimento interdisciplinar (caixinhas abertas e interligadas) tendo protagonista na aprendizagem. Após a discussão muitas dúvidas foram resolvidas e muitas outras foram criadas.
UPA Manguinhos – 20/01/2011
A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Manguinhos faz parte do Complexo de Atendimento à Saúde que integra as obra do Programa de Aceleração do Crescimento. A coordenadora da UPA Dra Valeria Moll nos recebeu e explicou o funcionamento da Unidade. A instituição utiliza a escala de classificação de risco de Manchester que utiliza cores para graduar o tempo de atendimento médico: vermelho –emergente (atendimento médico em até 15 minutos); laranja– muito urgente (atendimento médico em até 30 minutos); amarelo – urgente (atendimento médico em até 01 hora); verde – pouco urgente (atendimento médico em até 02 horas); e azul – não urgente (atendimento médico em até 03 ou 04 horas). Após conhecermos as dependências da unidade nos dirigimos a Biblioteca Parque Manguinhos onde tivemos a oportunidade de interagir com a comunidade. Essa biblioteca encantou a todos pela infraestrutura. É um local onde é possível ler livros e revistas, ver filmes, participar de oficinas, ouvir música, navegar na internete, enfim, é um ótimo lugar para se tratar a saúde social pela formação de redes sociais.
Posto de Saúde Dr. Alvimar de Carvalho – 19/01/2011
Usuários esperando atendimento, infraestrutura antiga e odor de esgoto foram às características mais opostas em relação à Clínica da Família Dr. Hans. Infelizmente, não tivemos a oportunidade de conhecer as dependências do Posto de Saúde. No dia 17 de janeiro já tínhamos ido a essa organização para participar da Oficina de Blog. Todavia, foi no dia 19 que tivemos contato com uma profissional de saúde (enfermeira) que apresentou uma “palestra educativa” a respeito da Hanseníase. Pra ilustrar a profissional convidou três integrantes da mesma família portadoras da doença. Foi praticamente uma aula de anatomia com cadáveres vivos. A profissional afirmou que essa doença não se descobre perguntando para o usuário e sim o examinando. Não a questiono como profissional, afinal não fui atendida por ela. No entanto, como educadora só posso dizer que ela nunca ouviu falar em Paulo Freire.
Clínica da Família Dr. Hans Jürgen Fernando Dohmann - 19/01/2011
Os estudantes participantes do Ver-Sus retornam a Clínica da Família com intuito de colocar em prática os conhecimentos obtidos na Oficina de Vídeo. O grande grupo é dividido com objetivo de efetuar algumas imagens para que sejam utilizadas em um possível documentário. O meu grupo composto por Raíssa, Natássia e Gustavo não obteve êxito com o que era planejado, pois havia pouca demanda a respeito da saúde da mulher. Dessa forma, o pequeno grupo partiu para o plano “b” que era de conhecer / conversar com os profissionais e com os usuários a respeito do processo de trabalho e atendimento da Clínica. Foi possível compreender melhor o fluxo de funcionamento e conhecer a opinião dos que utilizam os serviços prestados pelo Sistema único de Saúde – SUS.
Oficina de Vídeo - 18/01/2011
Filmadoras, máquinas fotográficas, gravadores são ferramentas utilizadas para que seja possível dar voz a quem não é visto ou de fato dar ouvidos? Após a Oficina coordenada por Sérgio Brito da Fiocruz é possível afirma que as filmagens são uma prática de arte que faz com que o Estado e a Sociedade Civil dêem ouvidos as falas de determinada população. Para que isso seja possível é importante seguir um pré-roteiro / roteiro aberto que faz com que o trabalho seja organizado, planejado, mapeado e que as tarefas sejam realizadas em equipe. Manusear a máquina e aprender algumas poucas técnicas de filmagens foram importantes para a aplicação nas atividades posteriores a essa oficina. No entanto, o melhor foi compreender, como dizia Foucault, que a realidade é muito mais rica do que a imaginação.
Assinar:
Postagens (Atom)